CAMINHOS SEM NOME: Uma Carta para Paul David Hewson

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Será possível uma medida que possa resolver ainda que de forma marginal a pobreza e a fome no mundo? Será que o movimento rock pode contribuir para melhorar as condições de vida das pessoas na periferia do capitalismo global? Neste sentido. Para responder a esta pergunta, tenho como objetivo apresentar um modelo para o movimento rock; que em seu acontecer altere as estruturas excludentes da sociedade, que seja capaz de melhorar as condições de vida das pessoas nas economias pobres e que numa fase avançada seja possível superar as condições de subdesenvolvimento na periferia do capitalismo global. A hipótese que me orienta atesta que se uma banda, por meio da venda de discos; execução de shows; realização de lucros, financiar a expansão de um tipo especial de organização social poderá contribuir para elevar os níveis de emprego e renda, minorando os efeitos perversos da expansão do capitalismo sobre as economias pobres e ainda, numa fase avançada contribuir para o rompimento com as condições de subdesenvolvimento na periferia do capitalismo global.A proposta possui elevada relevância humana, pois traz a esperança reinante na década de 1980, onde várias bandas de rock defendiam uma saída poética, lírica para os problemas sociais. Dentre os principais resultados observados, noto que passa a existir um trade-off entre desigualdades sociais, medido pela redução dos níveis de desemprego ?u?, e horas cantadas ?hc?; expressa pela função ?u = f (hc).

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