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A Nova Dependência: A Dependência Ecológica

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  • Autor: João Batista da Silva Oliveira
  • Estado: Público
  • N° de páginas: 80
  • Tamaño: 150x210
  • Interior: Blanco y negro
  • Maquetación: Pegado
  • Acabado portada: Brillo
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Situa no âmbito da Economia e Complexidade, tendo

como tema a dinâmica do Sistema Capitalista. E responder

como ocorrem as interações entre Sistema Capitalista e

Sistema de Gaia trata-se do problema a responder. Será que

a Expansão da Forma Capitalista de Produção apresenta

ordem em meio à desordem, ou seja, uma dinâmica caótica?

Neste sentido, tenho como objetivo maior em

estabelecer uma ligação entre Sistema Capitalista e Ecologia.

Tenho objetivo geral apresentar as interações entre Sistema

Capitalista e Sistema de Gaia segundo a Teoria das

Estruturas Dissipativas.

Hipótese que me orienta atesta que a Expansão da

Forma Capitalista de Produção (EFKP) ocorre em função de

um ambiente que lhe é circundante (Economias

subdesenvolvidas e meio-ambiente) como a única forma a

qual permite manter seu padrão de organização (de elevadas

taxas de acumulação e consumo nas economias cêntricas).

Esta relação ocorre por meio de uma derivação estrutural

onde a estrutura das economias subdesenvolvidas é alterada

em função de alterações no perfil de acumulação. E isto

ocorre até o momento em que exaurindo o fluxo de energia

(mais-valia ou recursos naturais) a EFKP passa por certas

turbulências, estabelecendo, portanto, o fenômeno

denominado “crise”. Neste sentido, a crise seria vista como

uma incapacidade dos fluxos de mais-valia ou de recursos

naturais manter o padrão de organização das economias

subdesenvolvidas.

A hipótese atesta ainda; que a EFKP ao deteriorar os

recursos no interior das economias periféricas e intensificar

os impactos ecológicos em todo o Sistema de Gaia; impõe às

economias subdesenvolvidas uma nova fase de processo

dependente, a saber, de recursos naturais. Neste sentido, o

desenvolvimento das economias periféricas estaria

condicionado não apenas à quarta fase do fenômeno da

dependência, ou seja, à vulnerabilidade externa, mas

inclusive à disponibilidade de recursos naturais.
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