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				  <title>Catálogo de libros</title>
				  <link>https://www.bubok.es/</link>
				  <description>Puedes comprar en nuestra librería todos los libros publicados en Bubok.</description>
				  <language>es</language>
				  <managingEditor>info@bubok.com (Bubok Publishing)</managingEditor>
				  <webMaster>info@bubok.com (Bubok Publishing)</webMaster>
		<item><title>Inquieta-Mente</title><link>https://www.bubok.es/libros/253273/inquieta-mente</link><description>Este livro apresenta diversas crônicas que tratam de variados assuntos do cotidiano, da história e da filosofia.
 

Um nó na língua da loucura
Conflito de desinteresses
Nó e pó de Dó
A cor do céu, o céu e a cor
O Casal Universo
Três Pontos
O Homem Sóbrio
De Jeito Paradoxo
O Problema da Inteligência Artificial
A Fé também Erra
A Mediocridade em se Depender da Inspiração
Só pra Rir
O cheiro da Rosa
A Crença em Nietzsche
O Ridículo do Espaço Somos Nós!
?Ordens São Ordens?Erro n°1
A Bestialidade da Nostalgia
O homem que viveu e morreu ao meu lado.

 </description></item><item><title>Decameron: História &amp; Ficção</title><link>https://www.bubok.es/libros/253010/decameron-historia-amp-ficcao</link><description>Através da História enxerga-se o passado e as transformações que chegaram até nós. Brilhantemente, a história se situa como uma disciplina que interage com as demais ciências humanas na busca pelas explicações necessárias ao compreendimento ao qual se quer entender. Porém, a História se difere das demais ciências num fator que a torna menos vantajosa: não se alcançam verdades totalizantes através dos fatos, sendo apenas das conclusões obtidas fragmentos.Neste pequeno livro, objetiva-se conhecer melhor as relações entre Literatura e História, em um período anterior ao da imprensa de Gutemberg, dando ênfase a análise das novelas do livro de Giovanni Boccaccio: "O decameron", escrito em 1354.Sendo assim, a partir do estabelecimento das informações obtidas pelos documentos primários (Literários) e secundários (Históricos)  essa pesquisa tem  pretensão de saber um pouco mais sobre o processo de desenvolvimento da literatura humanista do século XIV, observando e, dando-se ênfase ao processo de secularização do mesmo. </description></item><item><title>A arte impopular de Hokusai</title><link>https://www.bubok.es/libros/253011/a-arte-impopular-de-hokusai</link><description>Hokusai produziu, durante sua longa vida, inúmeras xilogravuras e 
pinturas, que, infelizmente ou não, só tiveram reconhecimento por parte 
dos especialistas em arte nos meados do século XX - mais de um século 
depois de sua morte. Dentre esses reconhecedores, podemos citar Picasso,
 que em uma de suas obras usou como 'pano de fundo' Hokusai, e não por 
acidente.
Cinco anos após a morte de Hokusai, o território japonês fora tomado 
pelo ocidente e, junto com todo o processo de aculturação, escravização e
 comércio ilegal, a arte japonesa foi 'tomada' pelos europeus como algo 
deslumbrante. Essa arte, denominada "japonismo", basicamente continha 
elementos xilográficos, traços do idioma e representações de paisagens, 
mas estava longe de ser posta em analogia com os trabalhos de Hokusai, 
que mesmo assim, foi ignorado, tendo sua arte póstuma tomada como 
'popular' e grotesca.
A arte de Hokusai é eterna. Ninguém soube descrever com tamanho 
sentimento o que passava através das retinas ao se observar o monte 
Fuji. E é isso o que essa obra quer demonstrar; através de pequenas 
discussões iconográficas o que Hokusai via além de sua criatividade 
surpreendente.</description></item><item><title>Cabeça Voodoo: Versão sem Cortes</title><link>https://www.bubok.es/libros/253009/cabeca-voodoo-versao-sem-cortes</link><description>Anteriormente, Cabeça Voodoo se resumia a uma prática existencialista; 'Pensando o ser poéticamente' através da óptica do humor do autor, determinando-se por si só como uma obra inacabada.Essa 'versão sem cortes' de Cabeça Voodoo traz, além de reflexões inéditas, novos arranjos para velhos escritos do autor. Em um ano, desde a última publicação, diferentes caminhos foram repensados para explicar o 'mesmo' sob uma nova perspectiva.(...)"As palavras ainda não foram completamente inventadas. As palavras estão entediadas, as palavras não são apenas subsídios para nossas conversas acerca de workshops sobre tipos de macarrão ou espécies de molhos azedos. As palavras, diferente das pessoas, não morrem de interesse. Mas as palavras, igualzinho as bocas têm interesses. Todos querem ser ouvidos!"ALAM AREZI</description></item></channel></rss>