<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?><rss version="0.92">
			 <channel>
				  <docs>http://blog.unijimpe.net/rss</docs>
				  <title>Catálogo de libros</title>
				  <link>https://www.bubok.es/</link>
				  <description>Puedes comprar en nuestra librería todos los libros publicados en Bubok.</description>
				  <language>es</language>
				  <managingEditor>info@bubok.com (Bubok Publishing)</managingEditor>
				  <webMaster>info@bubok.com (Bubok Publishing)</webMaster>
		<item><title>Escrevendo e desenhando pelo Porto-caderno primeiro</title><link>https://www.bubok.es/libros/246457/escrevendo-e-desenhando-pelo-porto-caderno-primeiro</link><description>Escrevendo e desenhando pelo Porto (caderno primeiro)Não é mais que o olhar emocionado de um alfacinha de gema, em voluntárias andanças pelo Porto, nele buscando as histórias da sua História e as histórias das suas gentes, das suas pedras, das águas do seu rio.Em tudo a memória e em tudo buscando e encontrando, tão longe, também a minha própria memória. Assim comecei a amar uma cidade, para mim, até então, quase completamente desconhecida.Que a leitura vos dê tanto prazer como a mim me deu escrever e desenhar.António F. Martins </description></item><item><title>Escrevendo e desenhando por Lisboa 1</title><link>https://www.bubok.es/libros/246458/escrevendo-e-desenhando-por-lisboa-1</link><description>Escrevo poesia porque gosto de escrever poesia.E nenhuma ou poucas artes como ela, nos pode deixar viajar assim tão livremente pelo mundo e pelas coisas todas do mundo, como a liberdade poética nos permite. Na poesia eu sinto-me tudo: Eu em cada um e cada um em mim, sou na poesia o que quiser ser em mim e cada um pode ser em mim o que eu quiser. Como eu quiser. Saltando e soltando a verdade e a mentira em cada palavra, em cada linha, eu sou e não sou, estou e não estou ao mesmo tempo. Na poesia eu minto e escrevo verdades. Minto descaradamente em todas as verdades que escrevo. Tudo na poesia é verdade e é mentira ao mesmo tempo. É isso: na poesia eu vou de palavra em palavra saltando de diabo para anjo, do contentamento  infelicidade mais profunda e faço-o como quero, quando me dá jeito ser uma ou outra coisa ou mesmo tudo e o seu contrário a um só tempo.  Quando escrevo, acompanha-me sempre de Pessoa o pensamento que trago na lapela (eu também trago coisas na lapela...): O poeta é um fingidor. Finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente. Escrevendo e desenhando por Lisboa 1é assim a modos que um caderninho (este, o primeiro de dois) feito de apontamentosescritos e desenhados, palavras, traços e pinceladas simples que falam da forma como eu amo esta cidade onde nasci.Que a leitura vos dê tanto prazer como a mim me deu escrever e desenhar.António F. Martins </description></item><item><title>Poemas acerca de tudo</title><link>https://www.bubok.es/libros/246459/poemas-acerca-de-tudo</link><description>Escrevo poesia porque gosto de escrever poesia.E nenhuma ou poucas artes como ela, nos pode fazer viajar assim tão livremente pelo mundo e pelas coisas todas do mundo, como a liberdade poética nos permite. Na poesia eu sinto-me tudo: Eu em cada um e cada um em mim, sou na poesia o que quiser ser em mim e cada um pode ser em mim o que eu quiser. Como eu quiser. Saltando e soltando a verdade e a mentira em cada palavra, em cada linha, eu sou e não sou, estou e não estou ao mesmo tempo. Na poesia eu minto e escrevo verdades. Minto descaradamente em todas as verdades que escrevo. Tudo na poesia é verdade e é mentira ao mesmo tempo. É isso: na poesia eu vou de palavra em palavra saltando de diabo para anjo, do contentamento infelicidade mais profunda e faço-o como quero, quando me dá jeito ser uma ou outra coisa ou mesmo tudo e o seu contrário a um só tempo.  Quando escrevo, acompanha-me sempre de Pessoa o pensamento que trago na lapela (eu também trago coisas na lapela...) : O poeta é um fingidor. Finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente.Em Poemas acerca de tudo é mesmo acerca de tudo que escrevo. É esta a poesia que aqui partilho. A minha poesia. Nada mais que escrita, escrita no perto da alma e no longe do olhar. A minha alma e o meu olhar.</description></item></channel></rss>