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				  <title>Catálogo de libros</title>
				  <link>https://www.bubok.es/</link>
				  <description>Puedes comprar en nuestra librería todos los libros publicados en Bubok.</description>
				  <language>es</language>
				  <managingEditor>info@bubok.com (Bubok Publishing)</managingEditor>
				  <webMaster>info@bubok.com (Bubok Publishing)</webMaster>
		<item><title>Sociología y Derechos Humanos: Introducción</title><link>https://www.bubok.es/libros/235144/sociologia-y-derechos-humanos-introduccion</link><description>El propósito de esa publicación es contribuir con material para un taller sociológico y enseñanza.</description></item><item><title>A Democracia Eleitoral no Brasil</title><link>https://www.bubok.es/libros/231051/a-democracia-eleitoral-no-brasil</link><description>O voto obrigatório com sanções restringe a participação e proclama os eleitores como incapazes, pergunta-se: será que o compromisso com a sustentação de um regime democrático deve depender exclusivamente do desempenho satisfatório dos representantes </description></item><item><title>Dois Estudos Sobre as Desigualdades Sociais</title><link>https://www.bubok.es/libros/229639/dois-estudos-sobre-as-desigualdades-sociais</link><description>O presente livro reúne elementos de sociologia para a desconstrução das desigualdades sociais.</description></item><item><title>Curso de Sociologia do Conhecimento ? Texto 03</title><link>https://www.bubok.es/libros/229246/curso-de-sociologia-do-conhecimento--texto-03</link><description>Verão neste ensaio que não há cabimento em rotular a sociologia do conhecimento como  ceticismo e nihilismo por aplicar o método dialético e repelir qualquer juízo filosófico prévio  análise. </description></item><item><title>A Utopia do Saber Desencarnado</title><link>https://www.bubok.es/libros/228014/a-utopia-do-saber-desencarnado</link><description>Não se pode aplicar a sociologia de Karl Mannheim sem levar em conta o problema crítico cultural do espiritualismo como teodiceia.</description></item><item><title>Curso de Sociologia do Conhecimento ? Texto 02</title><link>https://www.bubok.es/libros/227287/curso-de-sociologia-do-conhecimento--texto-02</link><description>A matéria deste trabalho é a crítica a certos efeitos subordinantes da tecnificação do saber, tomada esta como aspecto da estrutura de classes.</description></item><item><title>Curso de Sociologia do Conhecimento - Texto 01</title><link>https://www.bubok.es/libros/226411/curso-de-sociologia-do-conhecimento---texto-01</link><description>Neste livro observam as diferenças entre as verdades do conhecimento técnico, científico e filosófico.</description></item><item><title>Karl Marx e a Sociologia do Conhecimento - 2ª edição ampliada</title><link>https://www.bubok.es/libros/221823/karl-marx-e-a-sociologia-do-conhecimento---2-edicao-ampliada</link><description>

Esta obra tem em vista contribuir
para as leituras em sociologia diferencial, e leva em conta a vinculação aos
direitos humanos sem distanciar-se do caráter empírico e sem subordinar-se s
doutrinas jurídicas nem tornar axiomáticas as proposições explicativas.Abstract: Pautada na pesquisa da variabilidade e do pluralismo social efetivo, esta obra reúne observações e comentários críticos em face das tendências para a tecnificação do saber. Busca pôr em relevo a indispensabilidade da dialética sociológica, em especial, enfoca a aplicação da mirada diferencial ao problema da inserção da psicologia coletiva no âmbito da sociologia. Por diferença das orientações formalistas, afirma não somente o fato de que todo o conhecimento implica uma mentalidade coletiva e individual que lhe serve de base, mas, igualmente, elabora a constatação de que nenhuma comunicação pode ter lugar fora do psiquismo coletivo. Por esta via, examina a sociologia do conhecimento seguindo duas linhas básica e complementares, seguintes: Por um lado, a introdução do problema da consciência coletiva, promovida por Émile Durkheim (1858-1917); por outro lado, a descoberta da realidade social por trás do fetichismo da mercadoria, conseguida por Karl Marx (1818-1883), que trouxe  luz o problema da dialética das alienações e, com isto, consolidou a pesquisa em psicologia coletiva como aquisição sociológica. Este aspecto da contribuição de Karl Marx é examinado mais detidamente. SumárioApresentação    7O Ponto de Vista da sociologia diferencial     11A realidade social é integrada em modo dialético.    11O Conhecimento Na Realidade Social    17A colocação do conhecimento em perspectiva sociológica    18A vertente sociológica de Saint-Simon    19Determinismos sociais    20Estrutura de classes    21O conservadorismo hegeliano como obstáculo    22A Consciência Sociológica contra os preconceitos filosóficos    23 Tecnificação, Regulamentações Sociais e Desigualdades.    24Era da Automação e das Máquinas Eletrônicas    24 Controle automatizado e disparidade de opulência e pobreza    24O sistema de controle da produção e o saber operário    25A tecnificação e as regulamentações sociais    25A Mentalidade de modernização    27Durkheim e a Crítica ao utilitarismo    28Consciência do contraste    28Técnica e Tecnificação    29O Plano organizado e O Espontaneísmo social    29Tecnificação e sintaxe    30Desenvolvimento das expectativas    30Problemas reais e esquemas prefixados    31A mirada diferencial    32A divisão do trabalho técnico e a introdução do maquinismo    33Não há ligação originária entre ciência e técnica.    34A distributividade do conhecimento técnico    35Notas Complementares ao Capítulo 2    38Karl Marx e a Sociologia do Conhecimento    39A consciência da sociologia do conhecimento    39Orientações de Durkheim    40Mannheim e o equívoco da causalidade final    41O Suposto a priori axiológico.    42Materialismo e espiritualismo são abstrações.    43A Qualidade Subjetiva    44O equívoco de um processo mental adaptativo    45Problema sociológico da ideologia em Marx    46Sociologia e política no conceito de alienação    47Ideologia proletária e Teodicéia    48A Dialética das Alienações em Marx    49Os símbolos sociais e o conhecimento    51Marx e o fetichismo da mercadoria    52A liberdade libertadora no mundo da produção    53A laicização na crítica da consciência alienada    54Práxis social e dialética    55Marx e as suas duas revoltas na conceituação.    56Humanismo e sociologia em Marx    58Práxis e sociologia    59Graus de prometeísmo    59A relativização do arcaico e do histórico    60O advento da liberdade humana e sociedades históricas    62Mentalidade da Economia Política    64Psiquismo Coletivo da Estrutura de Classes    66As Três dimensões do Psiquismo    67A Postura do Sociólogo    69O aproveitamento da sociologia de Marx    71Hegel e Marx    71O hegelianismo de Mannheim    74Ideologia e Conhecimento Político    75Realismo sociológico    76Um conhecimento político da burguesia    77Mirada diferencial sobre o conhecimento político    77Objetivações da ordem institucional    78Os temas coletivos reais    80As classes do conhecimento    82Artigo Anexo    85A desconstrução das desigualdades sociais    87Artigo Anexo-Subtítulos    91Perfil do Autor Jacob (J.) Lumier    123Índice    125Notas de Fim    126

</description></item><item><title>Linhas básicas ao estudo sociológico de  Indivíduo e Sociedade: As Ambiguidades Dialéticas (Palestra de Sociologia)</title><link>https://www.bubok.es/libros/215338/linhas-basicas-ao-estudo-sociologico-de--individuo-e-sociedade-as-ambiguidades-dialeticas-palestra-de-sociologia</link><description>A proposta de realizar esta palestra e a publicação do seu material de base surge para incentivar e tornar público o processo de criação e proclamação de SSF/RIO como integrada rede Sociologists without Borders /Sociólogos sin Fronteras Internacional-SSFI, com divulgação das nossas oficinas de Sociologia e Solidariedade na Cúpula dos Povos por justiça social e ambiental [1], evento internacional paralelo Conferência das Nações Unidas-ONU conhecida por Rio+20. O tema Indivíduo e Sociedade da presente palestra, e sua realização em local pertencente a uma entidade de filiação internacional atualmente engajada na educação informal e ambiental como é o caso da FBB/Rio, embora trate problemas de sociologia e tenha interesse para a cidadania, visa exatamente contribuir para uma reflexão em domínio conexo que alcança a psicopedagogia, a psicologia social, além da mediação do conflito sociedade indivíduo nas relações humanas. Rio de Janeiro, 9 de Maio de 2012[1] http://openfsm.net/people/jpgdn37/reflexao-e-critica/Sociologos-na-Cupula-dos-Povos2.pdf</description></item><item><title>Materiais para Debates de Sociologia</title><link>https://www.bubok.es/libros/214356/materiais-para-debates-de-sociologia</link><description>Documento com orientações e linhas básicas para organizar oficinas (talleres); linhas básicas para elaborar os temas; sugestão de texto subsíduio ao tema e texto base completo para o debates.</description></item><item><title>A Utopia Negativa-2ª edição modificada</title><link>https://www.bubok.es/libros/210606/a-utopia-negativa-2-edicao-modificada</link><description>

Esta obra é uma coletânea de artigos
expondo leituras de sociologia da literatura do século vinte com referência aos
diversos aspectos do individualismo, notadamente o modelo da era liberal. 

O problema da objetividade literária é
discutido mediante comentários sobre as linhas básicas da evolução histórica e
da situação do romance moderno em sua ambiguidade, como técnica de comunicação.
Da mesma maneira, se descrevem as variações composicionais mais significativas
do elemento personagem, da relação com o leitor e, notadamente, a posição do
narrador que, por diferença do realismo literário do século XIX, não mais
possui a experiência do conteúdo a
ser narrado. Neste marco, o autor aprecia as contribuições de Lucien Goldmann e
Nathalie Sarraute. 

        Em outra seção, no miolo
deste livro, comentando sobre Futurismo
e Utopia Negativa, é revisitada a crítica da cultura de T. W. Adorno, em
vista notadamente de situar a arte de Proust, como ponto de referência para a
desmontagem da ideologia do futurismo, tal como este se projeta da ficção de Aldous
Huxley.

Representação do mundo administrado da comunicação social, a fantasia futurista do "Brave New World" nada mais consegue do que figurar os prolongamentos de linhas já existentes na civilização técnica, compondo, então, nesses prolongamentos do Sempre Igual da produção em massa, uma montagem com a ideologia, que se afirma inseparável da utopia negativa (isto é, um futuro onde o déj-vu coletivo se prolonga indefinidamente). Daí a orientação da sociologia crítica da cultura para desarticular os dispositivos ideológicos e, desta forma, vislumbrar os horizontes da nova sociedade no futurismo.

   ?O propósito do autor foi produzir um livro prestante para
a formação em comunicação social e sociologia[1]. A primeira edição foi publicada junto  Universidade
de Málaga, Espanha[2]. O texto passou por aperfeiçoamentos e algumas notas
foram acrescentadas a esta segunda edição.

 



?Categorias:



Ciências humanas, classe burguesa, comunicação
social, crítica da cultura, cultura de massa, dialética, fato literário, futurismo,
ideologia, indústria cultural, mundo dos valores, século vinte, sociologia da
literatura, utopia.

 



 





?Palavras-chave: 

Alienação; ancilose; arte;
aspiração; ataraxia; autor; avant-garde;
burguesia; Camus; capitalismo; classe; coisificação; coletivo; comunicação;
consciência; crise; crítica; Dostoyevski; escritor; estandardização; estrutura;
experiência; fantasia; felicidade; futurismo; grupo, Huxley; individuação,
individualismo; indivíduo; Kafka; leitor; liberdade; monólogo; narrador;
narrativa; objetividade, obra; personagem; Proust; psicologia, realidade,
reflexão, reificação; romance; sentimento, sociedade, sociologia;
subjetividade; técnica; teoria; valor, utopia [3].



 Sumário?APRESENTAÇÃO    7?Introdução    11?A INDIVIDUAÇÃO    19Individuação e Dialética    22?A SOCIOLOGIA DA LITERATURA    25A sociologia do conhecimento    27Comunicação e Valor Literário    29Coeficiente de realidade do indivíduo    31A Reificação    32A Ironia    35?ESTRUTURAS ECONÔMICAS     38A Redução ao Implícito    38Indivíduos Problemáticos    40A Ausência do Sujeito    44?CRÍTICA DA CULTURA E SURREALISMO    47A Montage Surrealista    47A Ruína da Cidade    49A Coisificação do Mundo    55Interpretação e Fantasia    60?DOSTOIEVSKI, PROUST, KAFKA    67Reflexão Estética e Crítica da Cultura    68L'homme de lettres    70Consciência Alienada    73Reflexão estética e objeto literário    75A Análise Personalista    78O Monólogo de Camus    82A Fantasia    85A imagem do Homo Absurdus e Dostoyevski    87A Carência de Contato    90Os Personagens Suportes    94O Mínimo dos Suportes em Kafka    98?FUTURISMO E UTOPIA NEGATIVA    102Ideologia do Futurismo    102Concepção do Futuro    105A Satisfação das Necessidades    107O Sempre Igual e a Contradição da Coisificação    109Futurismo e Ansiedade    111O Praticismo    112A Subjetividade da Utopia negativa     116A supressão do mito.    116O Complexo de Impotência    117Impotência e Condicionamento    120Estandardização e Ataraxia    123A Função da Ataraxia    125Fungibilidade    126Justiça Poética e Crítica Social    128A Função Utópica da Crítica Social    131?O TEMA DA AUSÊNCIA     135Comunicação e avant-garde    135?Índice Remissivo    140Bibliografia referida.    142Perfil do autor    144

Rio de Janeiro,
Agosto 2010 / Fevereiro 2012.

O autor Jacob
(J.) Lumier









[1] Sobre a Internet, meus
comentários constam de Comunicação e
sociologia: Artigos Críticos / 2ª Edição Modificada, ensaio 143 págs,
Madrid, (Espanha) Bubok Publishing S.L., Junho de 2011  ISBN:
978-84-9981-937-2.





[2]  A Utopia Negativa, ISBN-13: 978-84-693-6125-2 nº de Registro: 10/89770,
Setembro de 2010. 





[3] Veja o índice remissivo nas páginas finais desta obra.



</description></item><item><title>Crise do Romance e Individualismo</title><link>https://www.bubok.es/libros/208275/crise-do-romance-e-individualismo</link><description> ApresentaçãoA crítica da cultura se defronta ao
fenômeno da estandardização, o Sempre Igual da produção em massa, como
marca do mundo administrado, em que se impõe a relação de comunicação social e
se torna bloqueado o quid especial e
particular indispensável  narrativa romanesca.

A crise da objetividade literária, a impossibilidade em
narrar algo especial e particular deve ser examinada como supressão do objeto
do romance em face da reportagem.  O narrador
romanesco não mais possui a experiência: as peripécias e as aventuras se
generalizaram, já são conhecidas.

A literatura teria alcançado uma objetividade bem diferente
dos realistas do século XIX, como Balzac ou Stendhal. O novo romance do século
XX se teria voltado para dar expressão a um estado penetrado pelo sentimento de
ausência dos valores essenciais, como elementos necessários  crítica social.

Rio de Janeiro, 12 de Novembro de 2011

Jacob
(J.) Lumier</description></item><item><title>A Ideia Tridimensional em Sociologia</title><link>https://www.bubok.es/libros/205734/a-ideia-tridimensional-em-sociologia</link><description>A Ideia Tridimensional em Sociologia   ISBN papel: 978-84-9009-129-6  ISBN ebook: 978-84-9009-130-2  Apresenta??o  Todo o mundo sabe que os indiv?duos mudam de atitude em fun??o dos grupos aos quais pertencem. Os pap?is sociais que assumem ou os personagens que encarnam mudam segundo os c?rculos sociais diferentes a que pertencem. Um pai ou um marido muito autorit?rio, por exemplo, pode, simultaneamente, desempenhar o papel de um colega particularmente atencioso. Em cada grupo, um indiv?duo desempenha um papel social diferen-te: ? ajustador, vendedor, professor..., por outro lado, esse mesmo indiv?duo pode desempenhar, nesses grupos, pap?is umas vezes sem brilho, outras vezes brilhantes; umas vezes subordinados, outras vezes dominantes; os mesmos indiv?duos e os mesmos grupos podem, segundo estruturas e conjunturas sociais variadas, desempenhar pap?is muito diferentes e at? opostos. Dentre outras, essas varia??es indicam somente alguns aspectos do plura-lismo social efetivo da realidade social, que constitui o pano de fundo deste ensaio.  Para o soci?logo, o principal crit?rio dos materiais emp?ricos ? a variabilidade: Os agrupamentos particulares mudam de car?ter e n?o apenas de posi??es; assumem identidades e diferen?as n?o assumi-das em tipos ou subtipos de sociedades diferentes. Na medida em que participam da mudan?a em efic?cia que se opera no interior das estruturas, os grupos, mais do que se deslocarem conforme trajet?rias apenas exteriores, se movem nos tempos sociais.  As manifesta??es da sociabilidade, os grupos, as classes sociais, mudam de car?ter em fun??o das sociedades globais em que est?o integrados; inversamente, as sociedades globais se modificam de cima a baixo sob a influ?ncia da mudan?a de hierarquia e de orienta??o das primeiras.  A sociologia diferencial exige o abandono das ilus?es do progresso em dire??o a um ideal, bem como o abandono das ilus?es de uma evolu??o social unilinear e cont?nua, sendo da compet?ncia da sociologia descobrir, na realidade social, as diversas perspectivas poss?veis e at? antin?micas que s?o postas para uma sociedade em vias de se fazer.  As ilus?es trazidas pela confus?o com a filosofia da hist?ria se encontram favorecidas pela ocorr?ncia de um erro l?gico fundamental que ? a falta de distin??o entre os ju?zos de realidade e os ju?zos de valor. Desse erro decorre a confus?o, pois em vez de explicar os desejos a partir da realidade social, constr?i-se a realidade social em fun??o desses desejos.  Os ju?zos de valor s?o as aspira??es, os desejos e as imagens ideais do futuro, e formam um dos patamares da realidade social em seu conjunto, de tal sorte que o progresso em dire??o a um ideal (filosofia da hist?ria) s? pode intervir, na an?lise sociol?gica, unicamente em vista de integrar esse progresso ideal em um conjunto de fatos sociais que a an?lise se prop?e explicar.  A sociedade est? sujeita a flutua??es e at? aos movimentos c?clicos, e o progresso retil?neo em dire??o a um ideal particular, tomado como um movimento constante, n?o pode valer mais do que para per?odos determinados,  em outros per?odos a sociedade pode orientar-se em sentido oposto ao ideal, ou por um ideal completamente diferente.  A falta de distin??o entre os ju?zos de realidade e os ju?zos de valor torna imposs?vel o acesso da an?lise sociol?gica ao dado fundamental da vida social que ? a variabilidade.  Embora tenha uma vertente acad?mica, ao debater as quest?es metodol?gicas que est?o por tr?s da suposta alternativa fenomenologia ou sociologia, este trabalho ? orientado para comunicar sobre o problema sociol?gico da variabilidade e, por esta via, exp?e os procedimentos dial?ticos e as correla??es funcionais entre o conhecimento e os quadros sociais.  Jacob (J.) Lumier-2011</description></item><item><title>Comunicação e Sociologia - artigos críticos / 2ª edição modificada</title><link>https://www.bubok.es/libros/191754/comunicacao-e-sociologia---artigos-criticos--2-edicao-modificada</link><description>Comunicação e Sociologia: Artigos Críticos2ª edição modificadaISBN papel: 978-84-9981-937-2ISBN ebook: 978-84-9981-938-9Livro recomendado junto aos Sociologists Without Borders International - SSFI.
ApresentaçãoO sociólogo desempenha uma profissão regulamentada que contempla o ensino, a pesquisa e o serviço prestado aos programas sociais, ï¿½s empresas ou ï¿½s ONGs.
Os fundadores desta disciplina ensinaram o interesse das questões públicas, dimensionando-as como indispensáveis para compreender a consciência coletiva, cuja extensão não cessa de crescer na era da globalização e das técnicas de informação e comunicação.
A sociologia é uma profissão e uma disciplina científica e pode ser assim dupla em virtude de sua mirada pró-atuação. Daí a demanda por um ensino crítico, já que a teoria sociológica é determinista ou explicativa e não se funda em axiomas nem é subordinada ï¿½s doutrinas filosóficas ou jurídicas.
Nos artigos aqui reunidos são reafirmados e desenvolvidos além da mirada crítica, os postulados realistas básicos de que: (a) nenhuma comunicação pode ter lugar fora do psiquismo coletivo; (b) todo o conhecimento é comunicável mediante os mais diversos símbolos sociais; (c) a língua não é senão um meio para reforçar a interpenetração e a participação em um todo.
30 de Outubro 2010 / 25 de Junho 2011
 
Jacob (J.) Lumier
Sumário
Apresentação 7Tecnificação e Condição Humana: 11Introdução: a mirada diferencial 11As Correlações Funcionais 13Consciência Coletiva e Consciência Individual 15Tecnificação e Sociologia 17O Saber como Controle Social 21O sistema cognitivo do capitalismo. 33Sociologia do Saber Histórico 45Será "radical" a sociologia do conhecimento 49Realismo de Saint-Simon 52Internet e Cultura do Compartilhamento 57Novo paradigma de construção do conhecimento 59Internet e Utilitarismo 61Conhecimento e Sociologia 64O autômato e o estatuto do objeto técnico. 67A Mirada Diferencial 69A formação de um grupo estruturado 74Movimento para uma estruturação 76Análise estrutural e análise histórica 77Da estratificação 79Dependência e Independência 80Agrupamentos funcionais 81Notas Críticas Sobre as Teorias de Interação 84Imitação e Sentimento Coletivo 85A Imitação e as Relações com Outrem 86O circulo vicioso de Freud 89Ausência da Mirada diferencial em Sartre 91O Sociólogo diante do Utilitarismo 97Utilitarismo e ecologia 98Compreender a vida moral 102Orientação de Durkheim 105Experiência e Variabilidade 108A definição sociológica dos fatos morais 110Créditos de Durkheim 112Moralidade real 114Sistemas de moralidade 115Função da vida moral nas sociedades 118Os determinismos da vida moral 120O estudo da vida moral da classe camponesa 121O Psiquismo refratário ï¿½ modernização 121O determinismo da moral tradicionalista camponesa 123Efetivismo e Sociologia 125O efetivismo 125A Influência dos Fatores Extralógicos 129O efetivismo como caráter humano das liberdades 130A leitura sociológica 136Índice 139Perfil do Autor Jacob (J.) Lumier 140</description></item><item><title>A Moral do Artista: Leitura de Proust</title><link>https://www.bubok.es/libros/190395/a-moral-do-artista-leitura-de-proust</link><description>A Moral do Artista: Leitura de ProustISBN: 978-84-9981-603-6Apresentação Este ensaio tem orientação sociológica e visa contribuir para a revalorização da literatura e arte de avant-garde do século vinte, tomando como inspiração a abordagem estética desenvolvida por Samuel Beckett em seu opúsculo "Proust".O sociólogo Lucien Goldmann assinala que a crise da objetividade literária verificada com o esgotamento do romance realista do século XIX se reflete nos escritores de avant-garde, que exprimiriam não os valores realizados ou realizáveis, mas a impossibilidade em formular ou perceber valores aceitáveis em nome dos quais pudessem dar figura poética a uma crítica da sociedade.O tema da ausência estaria na base do romance da angústia diante de um mundo absurdo e incompreensível (Kafka, Sartre, Camus, incluindo os autores de avant-garde dos anos 60: Ionesco, Beckett, Nathalie Sarraute, Marguerite Duras, Alain Robbe-Grillet ...).Deixando de lado em suas obras[1] a comparação com os romances de Balzac, como marco de referência preferido pelos historiadores acadêmicos da literatura, Goldmann constatou que o tema da ausência tem origem em Marcel Proust, cuja obra romanesca era considerada não- crítica nem de avant-garde, e, desta forma, o sociólogo lançou as bases para a revalorização das leituras propostas no horizonte da avant-garde, como a abordagem desenvolvida por Samuel Beckett, que ora ensaiamos de expor aqui.O caráter de voyeur (espectador anônimo) assumido progressivamente pelos indivíduos na sociedade industrial moderna, levando ao mundo administrado da comunicação social o "Sempre Igual", como dirá T.W. Adorno constitui a grande transformação social e humana surgida com as auto-regulações do capitalismo organizado, incluindo a passividade crescente, fenômenos esses que o sociólogo do século vinte chama reificação e examina como processus psicossociológico.Aliás, lembrem que, desde os anos 40 / 50, deixou de existir definitivamente o mercado da economia  liberal, que cedeu lugar ao papel regulador do Estado através de políticas econômicas, inclusive com políticas de incentivo ao investimento  ("Livre Mercado"), associadas ao fortalecimento de organismos multilaterais de cooperação comercial, a exemplo da OCDE.Quando se fala de regulação do capitalismo em sentido geral tem-se em vista os esforços para evitar o agravamento das crises: política fiscal (keynesianismo), política cambiária, sistema e regulação financeira, sistema de bancos centrais (política monetária), basicamente.O Federal Reserve Bank dos EUA, primeiro Banco Central, foi criado em 1913 (na sequência da crise de 1907, semelhante grande depressãodos anos de 1930), dando início ao Federal Reserve System, foco da política monetária das nações, que possibilitou a reconstrução mundial após 1945.  Jacob (J.) Lumier-2010[1] Cf. Goldmann,Lucien: "Pour une Sociologie du Roman", Paris, Gallimard, 1964, 238 págs. / "Structures mentales et creation culturelle", Paris, Editions Anthropos ,1970</description></item></channel></rss>