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				  <title>Catálogo de libros</title>
				  <link>https://www.bubok.es/</link>
				  <description>Puedes comprar en nuestra librería todos los libros publicados en Bubok.</description>
				  <language>es</language>
				  <managingEditor>info@bubok.com (Bubok Publishing)</managingEditor>
				  <webMaster>info@bubok.com (Bubok Publishing)</webMaster>
		<item><title>Depredadores Emocionais ou Tóxicos Narcisistas</title><link>https://www.bubok.es/libros/258356/depredadores-emocionais-ou-toxicos-narcisistas</link><description>A partir de 3 histórias reais contamos como vivem e sofrem mulheres vítimas de depredadores emocionais, tóxicos narcisistas ("vampiros") do dia-a-dia.  Todos nós temos um ou mais vampiro ao redor - uma pessoa tóxica; no entanto, nem sempre são pessoas do mal, apenas sofrem e nos sugam energia. O real depredador é àquele que nos suga sabendo estar sugando, não procura ajuda, é narcisista e tem personalidade narcisista (que é um transtorno 'incurável - já que eles não assumem ser problemáticos).  Devemos tomar cuidado para não sermos "vampirizados" tampouco vampirizar - quando notarmos isso procurar ajuda, afinal não somos da classe dos narcisistas - dos sem empatia; mesmo quando sofremos aceitamos tratamento,...; eles, todavia não!  Aqui você aprenderá a identificar um depredador, conviver com ele ou se livrar (especialmente se for mulher e brasileira). digo isso por causa da lei a qual nos utilizamos.  Homens, mulheres, mães, pais e filhos - todos podem ser vampiros, depredadores!  Cuidado para não ser vampirizado(a)!  Abaixo você encontra o link de nosso vídeo de lançamento:  https://www.youtube.com/watch?v=I6Tlmx4K1Uc  Gracías, Tanks, Obrigada por passarem por aqui!  https://divulgandodireitos.com/  https://www.diariodeconteudojuridico.com/</description></item><item><title>TERROR DA VIDA REAL - A animalização do ser humano!</title><link>https://www.bubok.es/libros/252192/terror-da-vida-real---a-animalizacao-do-ser-humano</link><description>A autora pretende demonstrar, por meio desta pequena obra e da (E)stória narrada, que o ser humano é capaz de barbáries que sequer imaginam, iguais ou superiores àquelas que os motivaram.
O surgimento de monstros se dizendo justiceiros não é caso, exclusivo, de filme Hollywoodiano; na vida real, no BRASIL, isso é muito comum!
O texto mantém um pequeno foco na Criminologia e nos Direitos Humanos, área de formação da Autora.</description></item><item><title>Vivendo Com Depressão</title><link>https://www.bubok.es/libros/255997/vivendo-com-depressao</link><description>Um relato da vida da autora em uma época com depressão e ansiedade mais severa.  Conta como superou os momentos mais difíceis, mesmo sendo uma pessoa com propensão à recaídas (coisa de família).  Como conseguiu a "estabilidade" emocional e voltou a produzir algo    - Está no tudo no e-book, sem falar nas dicas para conseguir o mesmo feito que ela conseguiu e até mais!  Saia você também da Depressão e viva melhor! Mais sobre a autora aqui: https://www.cotidianodiverso.com/   e    https://divulgandodireitos.com/            </description></item><item><title>BRENDA NASCEU DIRCEU</title><link>https://www.bubok.es/libros/254111/brenda-nasceu-dirceu</link><description>72 horas GRÁTIS a partir de 18 de janeiro. Após esse período retornamos com a cobrança normal!
Este é um conto que se inicia em versos e segue em prosa - contamos a (E)stória de uma personagem transsexual que nasceu sob o regime militar e de pai  militar.
A Ditadura Militar esteve presente no Brasil de 1964 a 1985; no entanto, o período mais repressivo ficou retratado nos anos de 1968 e 1969 com a implantação o AI 5 - o mais violento e repressor dos Atos institucionais. 
Naquele período pessoas como a personagem em questão apanhavam, eram detidos e chamados de subversivos, pervertidos e imorais. 
Amor, Sexo, violência, violação de direitos e até AIDS são alguns dos temas do romance em questão.
....
NOTA:
Esta pequena obra não é indicada para menores de 18 anos; pessoas religiosas ultraconservadores; homofóbicos e eleitores de Bolsonaro.
Aos leitores permitidos que adquirirem o livro, o nosso mais sincero agradecimento!
Att. A autora
Adm. dos Blogs:
Diário de Conteúdo Jurídico
Cotidiano e o Direito e
Educação é Direito
 </description></item><item><title>POLIAMORISMO - UM NOVO (velho) MODELO DE FAMÍLIA</title><link>https://www.bubok.es/libros/252132/poliamorismo---um-novo-velho-modelo-de-familia</link><description>Nesta obra a autora procura explicar, de forma sucinta, a estrutura das relações poliafetivas; remete os leitores
Nesta obra a autora procura explicar, de forma sucinta, a estrutura das relações poliafetivas; remete os leitores às discussões geradas em torno do tema no Supremo Tribunal Federal (STF) e Conselho Nacional de Justiça (CNJ); dá dicas e conselhos sobre a formação de uma família dessa natureza e, além disso, cita obras e artigos publicados sobre a matéria que, apesar de conhecida ainda é polêmica e discriminada pela sociedade especialmente a brasileira.
Com a intensão de implementar o tema, foi mencionada, en passant, a paternidade socioafetiva que tem tudo a ver com multiparentalidade interessante frisar que o assunto em questão esteve presente, justamente no momento em que comentava sobre eventuais separações dos (as) companheiros (as) poliafetivos.
Sendo assim, normal que surja o questionamento:
Será que os filhos gerados durante uniões desse gênero também poderiam ser coletivos De certa maneira só sairiam a ganhar pense em uma criança com dois ou três pais e/ou igualmente duas, três ou mais mães, para protege-lo
Para finalizar, a autora decidiu inserir seu entendimento e crítica sobre a poligamia (especificamente, poliginia), quando ligada à religião hoje, e outrora.
s discussões geradas em torno do tema no Supremo Tribunal Federal (STF) e Conselho Nacional de Justiça (CNJ); dá dicas e conselhos sobre a formação de uma família dessa natureza e, além disso, cita obras e artigos publicados sobre a matéria que, apesar de conhecida ainda é polêmica e discriminada pela sociedade especialmente a brasileira.
Com a intensão de implementar o tema, foi mencionada, en passant, a paternidade socioafetiva que tem tudo a ver com multiparentalidade interessante frisar que o assunto em questão esteve presente, justamente no momento em que comentava sobre eventuais separações dos (as) companheiros (as) poliafetivos.
Sendo assim, normal que surja o questionamento:
Será que os filhos gerados durante uniões desse gênero também poderiam ser coletivos De certa maneira só sairiam a ganhar pense em uma criança com dois ou três pais e/ou igualmente duas, três ou mais mães, para protege-lo
Para finalizar, a autora decidiu inserir seu entendimento e crítica sobre a poligamia (especificamente, poliginia), quando ligada à religião hoje, e outrora.</description></item></channel></rss>