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				  <title>Catálogo de libros</title>
				  <link>https://www.bubok.es/</link>
				  <description>Puedes comprar en nuestra librería todos los libros publicados en Bubok.</description>
				  <language>es</language>
				  <managingEditor>info@bubok.com (Bubok Publishing)</managingEditor>
				  <webMaster>info@bubok.com (Bubok Publishing)</webMaster>
		<item><title>AMEAÇA AO REI</title><link>https://www.bubok.es/libros/229937/ameaca-ao-rei</link><description>HIDERALDO MONTENEGRO
                       
                       
                      Nasceu
 em 26 de novembro de 1957  em Moreno, Pernambuco. Aos 18 anos foi morar
 em São Paulo, onde viveu  durante 10 anos. Neste período, trabalhou na 
Editora Abril (no setor de  quadrinhos). Publicou charges e cartuns em 
vários jornais e revistas.  Participou do VII e VIII Salões 
Internacionais de Humor de Piracicaba. Ganhou  menção honrosa no I Salão
 Nacional de Humor de Goiânia. Trabalhou durante curto  tempo, 
desenhando vinhetas e caricaturas, no jornal O Estado de São Paulo. É  
casado com Maria Castro (Mariinha) e tem 3 filhos, Danuza, Flávio e 
Vagner. Como  desenhista ilustrou o livro do jornalista Sérgio Augusto 
da Silveira,  Reportagem e Resistência. Também ilustrou os livros das 
peças teatrais do  escritor Cícero Belmar, A Flor e o Sol e A Floresta 
Encantada. Criou a capa e  ilustrou o livro A Morte Trágica da Patinha 
do escritor Paulo Fernando Farias.  Atualmente colabora esporadicamente 
com artigos sobre misticismo com uma  revista do gênero. Hoje, além da 
poesia, se dedica principalmente dos estudos  místicos e, neste campo, 
fez algumas palestras e publicou dois livros sobre o  assunto. 
Concomitantemente sempre desenhou e escreveu. Em 1984 começou a publicar poemas  em alguns jornais e revistas.</description></item><item><title>eternaMENTE</title><link>https://www.bubok.es/libros/205823/eternamente</link><description>O silêncio revelador da página em branco e a sua exploração espacial.Apesar do título (ETERNAmente) sugerir alguma ligação com a tradição concretista, seu conteúdo implícito remete justamente uma direção contrária, abstrata: o tempo e a alma.A mente que se eterniza ao perder qualquer relação concreta, objetiva, material e, assim, ao se desprender da própria palavra (em sua simples estrutura e solidez), rompe qualquer vínculo com o movimento estético concretista ao diluir inclusive a forma, fixando uma poética essencialmente abstrata. E, é daí que o poeta constrói sua poética na intenção de atingir uma transcendência além da estrutura formal para falar da imortalidade da alma.</description></item><item><title>O ESPELHO DE ALICE</title><link>https://www.bubok.es/libros/205820/o-espelho-de-alice</link><description>Alice era muito magra, muito pálida e muito calada. Caminhava seencolhendo, tentando se esconder. Alice e o seu corpo eram umadificuldade. Ele a limitava, a aprisionava, a castrava.Mas, Alice era uma sonhadora. Bastava ficar em frente ao seu espelhoque ela se transformava.Para ela, a única coisa real na vida era aquele espelho. Ele, sim, éque refletia a sua verdadeira natureza e essência. Assim, sua vida eratoda desenrolada na frente dele.Nele, ela realizava sua história. Despia-se  vontade. Ria, chorava,cantava, gesticulava, fazia amor, segredava suas fantasias. Enfim, oespelho era a única coisa concreta em sua existência.No espelho ela via sua beleza, sua força, seu talento, sua bondade,seu destino. Ele era mágico, pois, tudo nele era realizável. Nele, elase reconhecia. Nele, ela se completava.</description></item><item><title>FLORES DE MAIO</title><link>https://www.bubok.es/libros/205811/flores-de-maio</link><description>coletânea dos melhores poemas de Hideraldo Montenegro, reunindo a maioria dos poemas dos livros Alquimia das Águas (1997/2000), O Pássaro (2009) e Humano Canto (2010) e as produções mais recentes.</description></item><item><title>A ETERNIDADE DO SER</title><link>https://www.bubok.es/libros/205810/a-eternidade-do-ser</link><description>A consciência se move em nós, mas, em nós, algo permanece imóvel. No movimento da consciência eu estou. Naquilo que não se move eu sou. Na consciência, ora estou assim ou assado. Porém, estando assim ou assado, permaneço sendo eu. Isto, que existe em mim constantemente, é permanente...................................................................................Eu sei que sei. Eu sei que sou. Eu sou nas coisas e as coisas são em mim, mas se as coisas não são em mim, ainda assim, eu sou em mim. Eu não existo porque as coisas existem em mim. As coisas existem em mim porque eu existo...................................................................................O EU não se move e não pode ser movido, porque é absoluto. O que existe como idéia e vivência é a consciência. A percepção se move, mas a percepção só se move naquilo que não se move porque, caso contrário, a percepção não existiria. Para existir a percepção é necessário um ponto fixo. O movimento só é percebido se existir o imóvel para percebê-lo. Se tudo se movesse no movimento, então, o movimento não seria apreendido. A existência do EU não depende da consciência para existir porque não pode haver dependência no absoluto. E, o EU é absoluto porque não varia.</description></item></channel></rss>