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				  <title>Catálogo de libros</title>
				  <link>https://www.bubok.es/</link>
				  <description>Puedes comprar en nuestra librería todos los libros publicados en Bubok.</description>
				  <language>es</language>
				  <managingEditor>info@bubok.com (Bubok Publishing)</managingEditor>
				  <webMaster>info@bubok.com (Bubok Publishing)</webMaster>
		<item><title>KANT - REVOLUÇÃO TRANSCENDENTAL E OBJECÇÕES DE HEGEL</title><link>https://www.bubok.es/libros/263468/kant---revolucao-transcendental-e-objeccoes-de-hegel</link><description>A liberdade não consiste nem na pura interioridade do livre-arbítrio nem é um ideal, um modelo transcendente ou transcendental de orientação para um progresso desejado. Não é o mero querer de uma vontade subjectiva ou intersubjectiva, ligada intersubjectivamente numa sociedade de consciências e de vontades, como se fosse um dever que, por definição, deve ficar sempre uma pura exigência. A liberdade é a própria realização necessária do Homem conduzida pelas suas possibilidades imanentes ou reais. Segundo Hegel, esta tese só pode ser sustentada optando por uma ontologia histórico-dialéctica em oposição ao idealismo transcendental ou subjectivo.</description></item><item><title>A MATÉRIA HUMANA Poesia</title><link>https://www.bubok.es/libros/258835/a-materia-humana-poesia</link><description>Autenticidade, verdade e rigor poético são os princípios ético-estéticos que me norteiam. Formalmente, procurei realizar o cariz multidimensional do ritmo poético, a essência desta arte: a sínteseda cadência, da prosódia em sentido mais lato e da imagem como unidade semântica. Evitei o sentimentalismo, o intimismo e as metafísicas particulares.</description></item><item><title>A MATÉRIA HUMANA - POESIA</title><link>https://www.bubok.es/libros/247982/a-materia-humana---poesia</link><description>Esta é uma poesia que procura evitar a fantasia mistificadora da realidade concreta. Quanto a mim, a arte deve desocultar em vez de contribuir para devaneios que nos desgarram do mundo real. É uma poesia que recusa utilizar figuras de estilo arbitrárias. Estas devem ser uma maneira indirecta de expressar a verdade, pelo menos uma verdade determinada, a da minha vida e do meu contexto, verdade cuja palavra e sentido universal procuro honrar. É poesia que reúne alguma da diversidade de formas que os poetas foram inventando até agora, desde o verso medido e rimado até ao verso livre, ideográfico ou imagético, cujos ritmos e cadências veiculam sempre um valor, um sentido e um sentimento. </description></item><item><title>OS PORCOS DE CIRCE - Poema Sem Cadência</title><link>https://www.bubok.es/libros/259942/os-porcos-de-circe---poema-sem-cadencia</link><description>Trata-se de um poema cujo cariz prosaico, a várias vozes, que não se sabem compreender entre si, procura evidenciar o desaparecimento do sentido do belo, da ideia de verdade, de referências culturais e da esperança num mundo harmonioso. É ainda um poema sobre alguém que fala de um tempo perdido sem que acredite haver um tempo presente e futuro que possa ganhar.</description></item><item><title>Cézanne Arte Moderna e Razão Sensível</title><link>https://www.bubok.es/libros/247984/cezanne-arte-moderna-e-razao-sensivel</link><description>Cézanne, ao romper com o Realismo e com o Impressionismo, correntes estéticas inauguradoras da arte moderna, ao recusar representar meras impressões sensíveis, sem substância real, e ao abandonar a direcção de teorias convencionais sobre a representação, lança-se na aventura de registar na arte as coisas tais como ele as vê sem pré-concepções, como se a pureza do ver inocente se identificasse com o objecto visto em si mesmo, sem o filtro de categorias científicas, de grelhas geométricas e de estereótipos culturais. Cézanne abre assim caminho para as mais importantes das correntes estéticas nas artes plásticas do século XX, como o Cubismo, o Expressionismo e até o Abstraccionismo.</description></item><item><title>Opus Poetica</title><link>https://www.bubok.es/libros/262593/opus-poetica</link><description>Poesia contemporânea de um autor português, residente em Lisboa, crescido no bairro da Estrela e com raízes na aldeia estremenha do Sirol, num vale verdejante todo o ano, e na outrora misteriosa Serra de Leomil, lá para as Terras do Demo. Algumas viagens pela Europa fizeram-no compreender melhor Portugal. Esta combinação de cidade e campo, de cosmopolitismo (cultural mas não político) e regionalismo, deve ter contribuído para a minha ambivalência entre Racionalismo e Romantismo, de cujas contradições não prescindo. Afinal, a vida é feita delas. Como a minha poesia. </description></item><item><title>O PÓS-PENSAMENTO E O SEU ESPLENDOR</title><link>https://www.bubok.es/libros/247983/o-pos-pensamento-e-o-seu-esplendor</link><description>Estes são alguns dos ensaios filosóficos avulsos que fui começando ainda na última década do século XX e que acabei por concluir ao longo da última vintena e meia de anos deste século. Deve haver qualquer coisa no Ocidente (europeu, norte-americano), pois atrai muita gente, demasiada gente: a combinação dos direitos humanos com a exploração do homem pelo homem. A situação crítica em que agora se encontra deve fazer-nos olhar de novo para os seus aspectos mais positivos, sem esquecer o seu lado sombrio, imperialista e hipócrita. Os ensaios que aqui publico, como tantos outros de outros tantos autores, parecendo fazer uma sua condenação em forma, representam parte importante da sua essência: a autocrítica construtiva.</description></item></channel></rss>