<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?><rss version="0.92">
			 <channel>
				  <docs>http://blog.unijimpe.net/rss</docs>
				  <title>Catálogo de libros</title>
				  <link>https://www.bubok.es/</link>
				  <description>Puedes comprar en nuestra librería todos los libros publicados en Bubok.</description>
				  <language>es</language>
				  <managingEditor>info@bubok.com (Bubok Publishing)</managingEditor>
				  <webMaster>info@bubok.com (Bubok Publishing)</webMaster>
		<item><title>Como a Consciência Cria o Sistema Capitalista</title><link>https://www.bubok.es/libros/170348/como-a-consciencia-cria-o-sistema-capitalista</link><description>
Situa no âmbito da Economia e Complexidade tendo
como tema as interconexões entre Espiritualidade, Ciência e
Ecologia. Integra um plano de pesquisas iniciado em
2003 denominado por mim de Reencantar o Mundo.
Tem como problema responder como a consciência intensifica
os impactos ecológicos em todo Sistema de Gaia
Tenho como objetivo maior estabelecer uma ligação
entre Economia e Espiritualidade e como objetivo geral
apresentar como a consciência cria o Sistema Capitalista e
intensifica os impactos ecológicos no Sistema de Gaia.
A hipótese atesta que a consciência ao se identificar
com os níveis do ego (kama-manas), portanto, com os níveis
mais densos do espectro da autoconsciência; se identifica
com o princípio de utilidade hedonista (principio básico da
economia política) e engendra assim, as séries de crises
econômicas, ecológicas e sociais. Alternativamente o trabalho
fora elaborado mediante a hipótese de que a consciência ao
se identificar com os níveis superiores do ser; cria
gradualmente uma nova realidade econômica e social.
A hipótese complementar atesta que a partir das
características autopoiéticas do relacionamento da Lótus com
o seu ambiente possa inferir um modelo de sustentabilidade a
ser perseguido pela economia global.</description></item><item><title>BURITI: A Árvore da Vida</title><link>https://www.bubok.es/libros/170347/buriti-a-arvore-da-vida</link><description>
Situa no âmbito da Economia e Complexidade.
Tem como tema as interações que se estabelecem entre
Sistema Capitalista e Sistema de Gaia. E responder se é
possível a partir das características autopoiéticas do Buriti
(Mauritia flexuosa) inferir um modelo de sustentabilidade
perfeita para o cerrado trata-se do problema a responder.
Meu objetivo maior consiste em apresentar a árvore
denominada Buriti (Mauritia flexuosa) como referencial,
senão como um símbolo de sustentabilidade para o
cerrado. Tenho como objetivo geral inferir a partir das
características autopoiéticas do Buriti um modelo de
sustentabilidade perfeita para o cerrado.
A Hipótese atesta que a partir dos princípios da
Teoria da Autopoiese, tais como: componentes; redes;
estabilidade; fechamento organizacional; parceria,
autoreferência, dentre outros, possa inferir um modelo de
sustentabilidade ideal a ser perseguindo pela Economia
Goiana.
O livro está dividido em duas partes. Na primeira
parte denominada Impactos Ecológicos no Cerrado
Goiano mediante a Teoria das Estruturas Dissipativas
tenho como objetivo apresentar como ocorrem as
interações entre Economia Goiana e Sistema de Gaia. Na
segunda parte denominada Economia Goiana,
Autopoiese e Sustentabilidade trato de apresentar a partir
das características autopoiéticas do Buriti (Mauritia
Flexuosa) um modelo de sustentabilidade a ser
perseguido pela Economia Goiana.</description></item><item><title>A Nova Dependência: A Dependência Ecológica</title><link>https://www.bubok.es/libros/170324/a-nova-dependencia-a-dependencia-ecologica</link><description>Situa no âmbito da Economia e Complexidade, tendocomo tema a dinâmica do Sistema Capitalista. E respondercomo ocorrem as interações entre Sistema Capitalista eSistema de Gaia trata-se do problema a responder. Será quea Expansão da Forma Capitalista de Produção apresentaordem em meio  desordem, ou seja, uma dinâmica caóticaNeste sentido, tenho como objetivo maior emestabelecer uma ligação entre Sistema Capitalista e Ecologia.Tenho objetivo geral apresentar as interações entre SistemaCapitalista e Sistema de Gaia segundo a Teoria dasEstruturas Dissipativas.Hipótese que me orienta atesta que a Expansão daForma Capitalista de Produção (EFKP) ocorre em função deum ambiente que lhe é circundante (Economiassubdesenvolvidas e meio-ambiente) como a única forma aqual permite manter seu padrão de organização (de elevadastaxas de acumulação e consumo nas economias cêntricas).Esta relação ocorre por meio de uma derivação estruturalonde a estrutura das economias subdesenvolvidas é alteradaem função de alterações no perfil de acumulação. E istoocorre até o momento em que exaurindo o fluxo de energia(mais-valia ou recursos naturais) a EFKP passa por certasturbulências, estabelecendo, portanto, o fenômenodenominado crise. Neste sentido, a crise seria vista comouma incapacidade dos fluxos de mais-valia ou de recursosnaturais manter o padrão de organização das economiassubdesenvolvidas.A hipótese atesta ainda; que a EFKP ao deteriorar osrecursos no interior das economias periféricas e intensificaros impactos ecológicos em todo o Sistema de Gaia; impõe seconomias subdesenvolvidas uma nova fase de processodependente, a saber, de recursos naturais. Neste sentido, odesenvolvimento das economias periféricas estariacondicionado não apenas  quarta fase do fenômeno dadependência, ou seja,  vulnerabilidade externa, masinclusive  disponibilidade de recursos naturais.</description></item><item><title>5 PÃES &amp; 2 PEIXES: A Superação do Subdesenvolvimento Econômico</title><link>https://www.bubok.es/libros/170323/5-paes-amp-2-peixes-a-superacao-do-subdesenvolvimento-economico</link><description>O presente trabalho situa na área daEconomia e Complexidade. Tem como temaEconomia e Espiritualidade. Faz parte de umplano de pesquisas iniciado em 2003denominado por mim de Reencantar o Mundo.Possui como problema responder se é possívelsuperar o fenômeno do subdesenvolvimentoeconômicoNosso objetivo maior consiste emconstruir uma ligação entre Economia eEspiritualidade e, nosso objetivo geral consisteem apresentar um modelo de desenvolvimentoeconômico a partir da ação de Jesus Cristo nomilagre da multiplicação dos pães.A Hipótese que nos orienta atesta que apartir da ação de Jesus Cristo. Ou seja, a detomar o excedente de um lado e dividi-lo com osfamintos de outro, pode-se definir um modelo deFundação Autosustentável (FA) que, ao sercolocado em prática possa alterar as estruturasexcludentes da sociedade. Rompendo, numa faseavançada, com as condições desubdesenvolvimento econômico. Em outrostermos, re-configurando o modo de produçãocapitalista.A hipótese auxiliar defende que estaFundação Autosustentável ao entrar no mercadocom uma atividade econômica, realizando lucros(captando excedente) e num segundo momentoreinvestido uma fração destes lucros em políticasde expansão da atividade econômica dafundação e outra fração em políticas sociais a umdeterminado público-alvo; além de elevar arenda e emprego: a) ao entrar no mercado; b)ao reinvestir uma fração dos lucros na atividade econômica e, c) ao reinvestir outra fração doslucros em políticas sociais. Poderia ainda, devidoa sua extrema política de responsabilidadesocial, apresentar a tendência de adquirir afidelidade dos consumidores que, por sua vez,reduziria o poder de mercado de empresascapitalistas, concorrentes e rivais; criandoobstáculos  sua entrada e permanência emdeterminados setores e, numa fase avançadaao elevar a acumulação interna da economia,romper com condições que tornam osubdesenvolvimento econômico num fenômenoirreversível, ou seja, rompendo com ointercâmbio desigual entre paises, a fragilidade ea vulnerabilidade financeira. Enfim, com ofenômeno da dependência econômica.</description></item><item><title>CAMINHOS SEM NOME:  Uma Carta para Paul David Hewson</title><link>https://www.bubok.es/libros/17774/caminhos-sem-nome--uma-carta-para-paul-david-hewson</link><description>Será possível uma medida que possa resolver ainda que de forma marginal a pobreza e a fome no mundo Será que o movimento rock pode contribuir para melhorar as condições de vida das pessoas na periferia do capitalismo globalNeste sentido. Para responder a esta pergunta, tenho como objetivo apresentar um modelo para o movimento rock; que em seu acontecer altere as estruturas excludentes da sociedade, que seja capaz de melhorar as condições de vida das pessoas nas economias pobres e que numa fase avançada seja possível superar as condições de subdesenvolvimento na periferia do capitalismo global.A hipótese que me orienta atesta que se uma banda, por meio da venda de discos; execução de shows; realização de lucros, financiar a expansão de um tipo especial de organização social poderá contribuir para elevar os níveis de emprego e renda, minorando os efeitos perversos da expansão do capitalismo sobre as economias pobres e ainda, numa fase avançada contribuir para o rompimento com as condições de subdesenvolvimento na periferia do capitalismo global.A proposta possui elevada relevância humana, pois traz a esperança reinante na década de 1980, onde várias  bandas de rock defendiam uma saída poética, lírica para os problemas sociais. Dentre os principais resultados observados, noto que passa a existir um trade-off entre desigualdades sociais, medido pela redução dos níveis de desemprego u, e horas cantadas hc; expressa pela função u = f (hc).</description></item></channel></rss>